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Marketing Digital – Novas tendências para 2017

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    Marketing Digital – Novas tendências para 2017

     

    Você já deve ter percebido que o nosso blog é voltado para empresários, o mundo dos negócios e a aplicação do Marketing Digital a esse universo; entretanto, é importante também – até mesmo em função de algumas dúvidas dos nossos clientes – abordarmos algumas questões sobre os novos cenários do Marketing e da Tecnologia, e analisarmos como isso afetará as novas estratégias online.

    Então vamos explanar 3 coisas que estão mudando e que impactarão diretamente na sua estratégia na internet.

    Tráfego, E-mail marketing e Aplicativos.

     

    1 - O novo cenário da geração de tráfego

    Todo bom empresário/empreendedor já sabe que depois de um bom plano de negócios, onde serão definidos estrategicamente o seu posicionamento de mercado, modelo de negócio, estratégias comerciais e etc. A primeira coisa que ele tem que fazer é construir uma plataforma de presença digital que coadune com esse posicionamento.

    Mas e depois disso, depois de você ter arrumado a casa?...

    É hora de chamar as visitas! Hora de gerar tráfego para o seu site!

    Sem tráfego qualificado, sua presença digital, por mais inteligente que seja, não vai servir pra nada!

    Para quem acompanha minimamente o que é Marketing Digital, já entende que existem duas fontes básicas de tráfego:

    A orgânica, onde a empresa otimiza o seu site e suas ações online para que seus clientes a encontrem naturalmente em suas buscas.

    A paga, onde a empresa investe em canais pagos para atingir o seu público-alvo de forma mais precisa.

    Não vou entrar em detalhes, esse é um assunto muito amplo, precisaria de um outro artigo.

    Dica: contrate um profissional para fazer esse trabalho para a sua empresa, além de ser um trabalho altamente técnico, demanda muito tempo para ser executado.

    Tráfego orgânico x tráfego pago

    “O conteúdo é rei”

    Todos os profissionais de SEO se baseiam nessa premissa para gerar tráfego e criar autoridade para uma marca na internet. Isso é verdade, e continuará sendo ainda por algum tempo.

    Mas o que você precisa enxergar é que esse cenário está mudando, em alguns segmentos de mercado de forma mais rápida do que em outros, mas está mudando.

    A tendência natural é que na comunicação online tenhamos que pagar, e cada vez mais caro, para aparecer, assim como nas mídias tradicionais.

    Veja o exemplo do Facebook:

    Há um tempo atrás, não muito, se você tivesse uma Fan Page com bastante curtidas, bastava fazer boas postagens que alcançaria um bom número de pessoas.

    Hoje esse alcance orgânico caiu bastante, e sabe por quê?

    Para obrigar as empresas a fazerem anúncios pagos, lembre-se, o Facebook, assim como as outras empresas, são negócios com fins lucrativos!

    Isso também já acontece no Google, e vai acontecer cada vez mais.

    Atribuo esse movimento mercadológico a dois fatores básicos:

    a) Como dito antes, as empresas precisam lucrar;

    b) Cada vez mais empresários irão enxergar a internet como o melhor canal para o marketing dos seus produtos, consequentemente a concorrência será maior e ficará mais difícil se posicionar bem nos buscadores.

    Então preste atenção: se você está baseando toda a sua estratégia de geração de tráfego em mídia orgânica, repense isso.

    E não valerá mais a pena gerar conteúdo?

    Claro que sim! Eles de alguma forma vão gerar visitas para seu site, criai autoridade para a sua marca, e, em alguns casos, serão ótimos ganchos para sua mídia paga.

    O que você deve fazer: Estruture suas ações de comunicação online orgânica (SEO onpage e offpage, link building, linha editorial estratégica, redes sociais e etc.) e observe o momento certo de investir no tráfego pago; e em um segundo momento, pesquise os canais de mídia paga (adesnse, anúncios em redes sociais, redes display, remarketing e etc.) e monitore o ponto de equilíbrio desse investimento analisando os seus ROI e/ou CPA.

    Faça um planejamento a médio praso, um cronograma de ação.

    Mais uma vez: Contrate um profissional para fazer esse trabalho para a sua empresa, tanto o orgânico quanto o pago; além de ser um trabalho altamente técnico, demanda um bom tempo para ser planejado e executado.

     

    2 - Um novo modelo para o e-mail marketing

    Sim, essa ferramenta, ao menos para uma boa parte dos segmentos de mercado, ainda é uma boa e importante estratégia para a manutenção e relacionamento com os seus leads; mas também está mudando.

    Funciona basicamente assim: Você capta um contato por algum formulário em seu site e depois monetiza esse contato com uma sequência de e-mails, certo?

    Pois é, a primeira parte é isso mesmo, mas essa sequência básica de e-mails onde se manda algumas informações e ofertas está acabando; hoje a coisa é mais inteligente e voltada para o comportamento do usuário.

    Agora a sua sequência de autoresponder deve ser programada de acordo com as ações do usuário.

    Ele entra na sua plataforma e tem seguir um fluxo de acordo com as suas ações.

    Se ele por exemplo não abriu um determinado e-mail, pode receber uma sequência de outros e-mails; se abriu, é levado a uma outra sequência; se ele abriu e clicou no em um determinado link, pode ser direcionado para uma terceira sequência e por aí vai... e tudo, claro, com a mensagem e um layout adequados, com uma copy muito bem feita, para cada uma dessas mensagens.

    Já se pode até fazer e-mails baseados em navegação. Entenda que agora existe uma nova “engenharia” na gestão dos seus leads.

    Importante: Não pratique SPAN! Evite comprar listas, procure sempre fazer a sua própria base de dados. Um relacionamento eficaz com seus prospects e leads, baseia-se inicialmente no consentimento.

    Não entupa as caixas de e-mail de quem não permitiu isso.

     

    3 - Aplicativos x Bots

    Essa é a parte tecnológica do nosso artigo.

    A partir de 2008 houve um boom na comunicação mobile. Os smartphones, cada vez mais completos, e a “banda larga” para eles, cada vez mais velozes, levaram as pessoas a utilizarem tanto os seus agora “computadores de bolso” a ponto de em alguns casos nem precisarem mais dos seus PCs para o que é mais usual na internet.

    Se você só usa a internet para conversar e ver seus e-mails não precisa mais ficar sentado na frente de um computador, né?

    Sim, o comportamento dos usuários mudou, mas a necessidade das empresas se comunicarem com eles não.

    Daí o questionamento em se investir ou não em um aplicativo próprio.

    Alguns clientes me dizem: “Eu quero fazer um aplicativo para a minha empresa, o que você acha?”

    E eu sempre respondo: Ok, mas o que esse app vai ter de realmente interessante? O que vai levar o seu cliente sempre de volta a ele?

    A maioria fica espantosamente muda.

    Preste atenção em uma coisa: Muito provavelmente você tem um monte de aplicativos no seu smartphone, mas já percebeu que frequentemente só usa apenas alguns poucos?

    O motivo é simples: As pessoas baixam um app por uma necessidade imediata, ou curiosidade, e depois não precisa mais dele.

    Tirando os apps de mensagem, redes sociais, banco e alguns outros poucos, o resto fica esquecido na memória do mobile, e quando essa memória fica curta, as pessoas não hesitam em apaga-los.

    Não acho uma má ideia se desenvolver um app para uma empresa, é um contato direto com sua marca, seu atendimento, e é também uma zona de engajamento de alta penetração, mas seus clientes não vão usá-lo frequentemente se não forem realmente importantes, entendeu?

    Os Bots

    Nos últimos tempos uma aparentemente boa opção para os apps são os Bots.

    Bots ou Chatbots, são programas de computador que são feitos para automatizar procedimentos que geralmente são repetitivos.

    Eles permitem que uma pessoa realize determinadas funções, na base do diálogo, sem a necessidade de baixar ou instalar um app. Funcionam como uma espécie de assistente virtual.

    Até 2020, segundo estudos feitos pelo Gartner, uma considerável parte dos serviços que são prestados via apps mobile migrarão para interações via chatbots; eles estarão dentro dos aplicativos de comunicação que as pessoas já têm instalado em seus smartphones, como Messenger. WhatsApp e o Telegram.

    Existem algumas razões que alguns especialistas apontam como os Bots vão substituir os aplicativos dentre elas:

    > São mais fáceis de instalar do que aplicativos e facilmente compartilhados.

    > São mais baratos para construir e manter.

    > Em várias situações não se justifica ter um aplicativo mobile, como já dissemos anteriormente.

    > Aplicativos de mensagens dominam o engajamento com os consumidores e os bots ajudarão na automatização dessa interatividade poupando tempo

    > Eles levam toda a complexidade para a nuvem, reduzindo assim a carga operacional do consumidor.

    > Mesmo sob demanda, os ciclos de desenvolvimento de software de um bot são muito mais rápidos

    > Os Bots, assim como nós humanos, interagem por conversação.

    A “internet das coisas” está caminhando a passos largos no sentido de automação e inteligência artificial e é bom estarmos atentos a isso.

    Conclusão: Se você acredita que é de fundamental importância para o seu negócio que a interatividade mobile com seu cliente deva ir além do contato com o seu site, avalie muito criteriosamente a sua necessidade de comunicação direta e decida qual o melhor meio para isso.

    Existem outras questões no Marketing Digital que provavelmente vão se transformar, mas por enquanto vamos nos ater a essas três tendências que já vão mudar bastante as estratégias online das empresas.

    Análise Presença Digital

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